segunda-feira, 30 de maio de 2011

Empresário aponta 3 pilares do cloud computing "de verdade"

O presidente da Centric System (empresa especializada em soluções para centralização de sistemas), Otto Pohlmann, diz que "ainda estamos longe do cloud computing verdadeiro". Para Pohlmann, cloud computing "de verdade" deve ter três pilares essenciais: self service, cobrança por consumo e Stateless Computing. As empresas que vendem produtos sem esses três itens não estão vendendo computação em nuvem na realidade.
Ou seja, não se trata apenas da hospedagem de dados na internet de um consumidor que possa acessar esses dados em qualquer lugar. "Cloud computing é vender recursos: capacidade de processamento, armazenamento, memória e banda. O que algumas empresas estão fazendo é vender hosting 'vestido' de cloud", afirma Pohlmann.
Para que as empresas fornecedoras de computação em nuvem possam oferecer os chamados "três pilares" definidos por Pohlmann, elas devem permitir que o usuário possa escolher dentro do 'software' o que quer consumir, pague somente pelo que consome sem mensalidade fixa e devem ter uma rede com todos os servidores disponíveis ao mesmo tempo, para qualquer tarefa, o que é o chamado Stateless Computing.
O Stateless Computing também não deixa resquício de dados. De acordo com o executivo, ele ainda permite que as redes façam com que qualquer aplicação possa ser rodada em qualquer momento nos servidores físicos. Isso, segundo Pohlmann, faz com que as redes ganhem muito mais agilidade na transmissão de dados e diminuam os custos da TI.
"Com a computação tradicional, algumas transferências de dados ficam muito complicadas. É mais fácil mandar o motoboy entregar dados grandes do que fazer transferência online de muitos giga. Isso não acontece no verdadeiro cloud computing", explica.
Para Pohlmann, "a revolução que o cloud computing verdadeiro irá criar no mercado de TI será equivalente à revolução industrial que tirou o mundo do artesanato medieval de baixo volume para a produção industrial em larga escala e com baixo custo de produção. Os artesões atuais precisarão se adaptar a esta nova realidade".

by DJ ANDERSON FERNANDES

sábado, 21 de maio de 2011

Contrato de licença: concordou e não leu, sua alma você vendeu

A cena é clássica. O instalador do software inicia e, antes de começar a copiar os arquivos para o seu computador, exibe um texto enorme, em letras razoavelmente pequenas, que define o que pode ou não ser feito com aquela cópia do programa. Mas, sem se dar o trabalho de ler qualquer frase, o usuário clica logo em “Aceitar”.
A cena descrita acima deixaria nossos avós de cabelo em pé! Aceitar um termo de uso sem ler é o mesmo que assinar um contrato sem saber o que está sendo estipulado. Se, por acaso, naquele texto tiver algo que possa prejudicá-lo, pode ser tarde demais para reclamar depois que você concordar com o contrato.
Afinal, os termos de uso não passam de um contrato entre o fabricante do software e o usuário, que pagou por ele. Quando alguém compra a cópia de um software, a pessoa não está adquirindo o programa em si, mas o direito de usá-lo. E esse direito está regido sob regras estipuladas pelo fabricante. Caso o usuário não concorde com os termos apresentados, a instalação é logo cancelada.

Afinal, alguém lê aquele catatau?

Você costuma ler os termos de uso antes de aceitá-los? 

A resposta é a que todo mundo esperava: quase ninguém. A maior parte das pessoas passa apenas alguns poucos segundos antes de clicar em “Aceitar”, tempo insuficiente para ler um parágrafo sequer.
Esse comportamento já foi comprovado. Rainer Böhme, da Universidade de Berkley, e Stefan Köpsell, da Universidade Técnica de Dresden, realizaram uma pesquisa (PDF) com mais de 80 mil usuários. Em um serviço de proxy anônimo, os pesquisadores inseriram um aviso de mais ou menos 200 palavras, em inglês e alemão, convidando o usuário para participar de uma pesquisa sobre anonimato na internet. O texto era curto e dispensava até mesmo barra de rolagens.
Mais de 50% dos 81.920 usuários fecharam a janela em menos de oito segundos, o que demonstra claramente que eles não leram o texto todo. Além disso, os responsáveis pela pesquisa perceberam que o texto exibido nos botões da janela é que definem a atenção que o usuário dispensa a ela.

A influência dos botões

A receptividade varia de acordo com o texto dos botões 

Se a janela exibe os botões “Accept” e “Decline”, por exemplo, as chances são grandes de que o usuário aceite os termos propostos pelo texto, já que a janela se parece, visualmente, com a de um contrato de licença.
Quando os textos dos botões foram alterados para “Eu desejo participar” e “Eu não desejo participar”, os pesquisadores perceberam uma queda muito grande no nível de aceitação dos usuários, porque esses botões faziam com que eles lessem o texto e pensassem melhor antes de responder.
Além disso, Böhme e Köpsell constataram que as chances de aceitação do termo diminuem à medida que o usuário passa tempo demais na tela do contrato. Ou seja, quando o usuário realmente lia o texto da janela, ele decidia não participar da pesquisa. Mas a grande maioria continuava clicando em “Aceitar”, sem ler.
O mais preocupante é o fato de que o teste foi realizado com pessoas que se preocupam com a privacidade online, ou seja, com usuários que já passaram do nível iniciante e que possuem um bom conhecimento sobre o uso de computadores ou de internet. Em um sistema de uso mais geral, talvez os resultados fossem ainda piores.

5% dos usuários leem o contrato

Jeff Sauro, fundador da empresa Measuring Usability, que tem como foco pesquisas e estatísticas referentes à usabilidade de softwares e sites, também afirma que pouquíssimas pessoas leem os termos de uso. De acordo com o profissional, ao analisar o registro de alguns softwares, ele percebeu que, em média, os usuários gastam apenas seis segundos na tela com o contrato de licença.
Ainda de acordo com Sauro, se a leitura do termo de uso demora em média 2 minutos para ser completada, pode-se afirmar que cerca de 95% dos usuário não leem o texto antes de clicar em aceitar.

Vendendo a própria alma, literalmente

7,5 mil usuários venderam suas almas para a Gamestation 

Para comemorar o Dia da Mentira, a empresa Gamestation adicionou uma cláusula, no mínimo, divertida: o usuário que concordasse com a licença estaria vendendo sua alma para a fabricante do game. Porém, eles foram bonzinhos.
Caso o usuário não acreditasse que possuía uma alma, já tivesse vendido a alma para outra pessoa ou simplesmente não concordasse, ele poderia discordar da cláusula por meio de uma caixa de opção.
Mesmo assim, 7,5 mil pessoas venderam suas almas à empresa. É possível que boa parte desses usuários tenha entendido a piada e resolveu participar dela, mas também é muito provável que a maioria nem sequer leu os termos com os quais estava concordando.

Termos mais comuns nas licenças

Famosa por defender os direitos civis nas questões relacionadas à internet ou à tecnologia, a Electronic Frontier Foundation (EFF) preparou até mesmo um guia sobre os termos mais comuns presentes nos contratos de licença. De acordo com a fundação, há inúmeras cláusulas que podem restringir a liberdade dos usuários ou diminuir a sua privacidade.

Não fale mal de mim

Para começar, muitas delas estipulam que o usuário não pode criticar publicamente o software que está usando. Mas precisamente, essa licença costuma dizer que os resultados obtidos por testes de performance não podem ser divulgados ou comparados publicamente com o de produtos concorrentes. Empresas como a McAfee, Microsoft e VMware são algumas das que já apelaram para esse termo, que além de violar o seu direito de expressão também favorece uma prática de mercado desleal, já que elas poderiam, por exemplo, publicar relatórios de comparação dos próprios produtos em relação ao dos concorrentes.

Sorria, você está sendo observado

Parece mentira, mas o fato é que algumas empresas sabem o que está acontecendo em seu computador. O termo de uso de alguns softwares estipula que a fabricante pode instalar, automaticamente e sem a sua confirmação, softwares em seu computador, em nome da “segurança”.
O editor de vídeo Studio 9, por exemplo, trazia uma cláusula em sua licença alegando que esses softwares instalados por eles poderiam fazer com que o editor ou qualquer outro programa do seu computador parasse de copiar ou de reproduzir conteúdo protegido por direitos autorais.
Ou seja, a Pinnacle, fabricante do Studio 9, declarava que poderia estragar o sistema do usuário com essas instalações automáticas. E, mesmo assim, muitos devem ter clicado em “Aceitar”.
A licença de muitos softwares também estipula que o usuário concorda com a instalação de spywares em sua máquina.

Não estude este software

Engenharia reversa não é permitida em softwares comerciais 

A maior parte das licenças também traz uma cláusula dizendo que o usuário não pode aplicar engenharia reversa ao software ou tentar “descompilá-lo”, ou seja, revertê-lo para o estágio de código-fonte. A razão é óbvia: proteger a propriedade intelectual do fabricante e evitar que outras pessoas possam lucrar em cima da criação da empresa.

Não use outro software

Outro termo que aparece com frequência é o que estipula quais softwares não devem ser usados junto com o produto do contrato de licença em questão. Alguns programas não permitem que você use maneiras “não oficiais” para removê-los, como softwares que possam desinstalar o programa de seu computador.

Concorde com o que ainda não existe

Não raros os contratos de licença avisam ao usuário que ele está concordando, automaticamente, com todas as implementações, modificações e atualizações do software que possam ocorrer no futuro. Algumas vão além e dizem que o usuário também concorda com qualquer alteração que o termo de uso possa ter.

Cláusulas nem tão comuns assim

Algumas licenças trazem cláusulas tão estranhas que até chegam a ser engraçadas. Outras acabam usando o senso de humor como forma de fisgar o usuário e fazer com que ele continue a ler o texto do contrato.

iTunes

iTunes não pode ser usado para criar armas 

Quem compra joguinhos e outros aplicativos pela loja do player de música da Apple nunca deve ter pensado em usar o software licenciado para cometer algum crime. Mesmo assim, a licença da iTunes Store estipula que o usuário está ciente de que não deve usar os softwares “comprados” para desenvolver ou produzir mísseis, armas químicas, nucleares ou biológicas.
O mesmo vale para o player de música em si. Quem usar o programa se compromete a não usar o iTunes para construir ameaças nucleares ou químicas. Além disso, a Apple estipula que, se por acaso ela precisar pagar alguma indenização ao usuário, esse valor não ultrapassará o valor de US$ 50.

WordWeb

O dicionário WordWeb possui uma versão paga e outra gratuita. Mas, atenção: não são todas as pessoas que podem instalar a versão gratuita. De acordo com a licença, o software só pode ser instalado apenas por “quem faz, no máximo, dois voos comerciais (e não mais do que um voo de retorno) em um período de 12 meses”.
O texto ainda complementa, dizendo que as pessoas que mais do que isso precisam comprar a versão “Pro” caso queiram continuar a usar o software depois do período de avaliação.
A empresa alega que esse modelo de licença é usado para incentivar o uso da versão gratuita por pessoas menos favorecidas, além de fazer com que os outros usuários possam pensar sobre o impacto ambiental causado por tantos voos.

Opera

Licença do Opera diz o que você pode ou não enviar para a web 

Pode parecer esquisito, mas a licença do Opera define como você pode ou não usá-lo na internet. O contrato proíbe, por exemplo, que o usuário envie ou disponibilize, por meio do navegador web, imagens, códigos e outros tipos de material obscenos, vulgares, ameaçadores ou com mensagens de ódio, assim como conteúdo que desobedeça a leis ou infrinja os direitos de terceiros.
Além disso, a empresa também se dá o direito de bloquear certos sites ou domínios e redirecionar o usuário para outras páginas. Ao clicar em “Aceitar”, você está concordando com isso.

Feelin

O framework de desenvolvimento Feelin também possui uma licença curiosa. Logo no início, antes de começar as cláusulas do termo de uso, os desenvolvedores avisam que o usuário do framework promete comer apenas vegetais em pelo menos um dia da semana, ajudar ou falar com pessoas que estão passando necessidades, respeitar pessoas diferentes, reciclar o lixo, praticar sexo seguro e não invadir países pensando que é o dono do mundo.

Cuidado com os termos de uso do Twitpic!

Ao enviar uma foto você cede direitos para o Twipic 

Os termos de uso do Twitpic, serviço de compartilhamento de imagens pelo Twitter, acabaram levantando uma discussão muito relevante sobre direitos autorais. Basicamente, o contrato de licença do site dizia que a foto enviada por um usuário não podia ser reutilizada por jornais, blogs e outras pessoas, mesmo que o dono da foto autorizasse.
Depois de algumas críticas, os responsáveis pelos termos de uso voltaram atrás, garantindo os direitos completos de quem enviou a imagem para o site. Porém, o contrato de licença do Twitpic ainda esconde uma pegadinha: ao enviar uma imagem para o site, o usuário está concedendo, automaticamente, permissão para que o Twipic possa usar a fotografia como bem entender, até mesmo licenciando a foto que você tirou para outras empresas.
E, recentemente, a empresa responsável pelo Twitpic, WENN, anunciou que passará mesmo a licenciar o conteúdo disponibilizado por meio do site. Portanto, se você não concorda com esses termos, talvez seja bom procurar uma alternativa, como o Yfrog, que deixa claro nos termos de uso que não venderá ou licenciará as imagens enviadas pelos usuários.

Validade legal das licenças de software

Como a justiça brasileira trata a compra de softwares? 

O Tecmundo, canal oficial do Baixaki, entrou em contato com o advogado Iwerson Luiz Wronski, que explicou que a legislação brasileira encara os termos de uso de um software como uma transação comum de consumo.
“O contrato de licença de uso de software se caracteriza como um contrato de consumo, sujeitando-se ao regime jurídico do Código de Defesa do Consumidor. O adquirente ou cessionário de software é sempre consumidor, sem qualquer distinção. Toda vez que o usuário adquire bens e serviços de informática, tornando-se ou proprietário ou cessionário, está protegido pelo Código de Defesa do Consumidor”, explica Iwerson.
“O artigo 2º da mesma norma legal é claro ao conceituar consumidor como ‘toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final’”, complementa.
Outra questão que pode ser pertinente é o fato de que, no Brasil, ao contrário dos Estados Unidos, a proibição de engenharia reversa de softwares não pode ser contestada. De acordo com Iwerson, isso se deve ao fato de que o usuário não está comprando o produto, mas apenas a licença de uso dele. O usuário só pode estudar ou modificar um software caso o detentor dos direitos do produto o autorize a fazê-lo.

by DJ ANDERSON FERNANDES

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Mileena's Room Part 1




KKKKKK


By: Stevan Novelli

Projetada primeira casa à prova de zumbis

Parece mentira, mas não é: a empresa polonesa KWK Promes projetou e construiu uma casa totalmente à prova de zumbis. Depois de dois anos de projetos e quatro anos de construção, a “Safe House” ganhou, literalmente, vida em uma cidade situada aos arredores de Varsóvia, capital da Polônia.
Edificada em uma ampla área de 2,5 mil m², a residência de dois andares tem paredes de concreto móveis, capazes de subir e descer de acordo com a vontade — ou o medo — do dono da casa. Ou seja, um belo dia de sol pode ser aproveitado sem problemas pela família, enquanto os perigos da noite podem ser barrados pelas espessas camadas de cimento e pedras que envolvem a construção.

Esquema de segurança da casa.

Modo antizumbi: ON

A mansão foi planejada para dar a sensação de máxima segurança aos seus moradores. Com as muralhas fechadas, o mausoléu se torna um imponente forte, praticamente impenetrável por seres humanos ou zumbis. Nesse modo, a única passagem para dentro do ambiente fica localizada no segundo andar e é acessada por uma ponte.
Já dá para imaginar: o alto da ponte é um ponto estratégico para empunhar qualquer tipo de arma e disparar uma avalanche de tiros nas hordas de zumbis. Se isso não for suficiente, um lança-chamas posicionado bem na entrada de acesso à casa pode reduzir a pó qualquer tipo de esperança dos mortos-vivos.

Casa fechada, parecendo uma fortaleza. 

Graças à forma robusta, semelhante a um bloco retangular, quaisquer imprevistos podem ser evitados — nada de invasores chegando pelo telhado ou ameaças escondidas se hospedando no porão.

Modo antizumbi: OFF

Por trás de toda a frieza do concreto, há um design interno bastante sofisticado, cheio de luxo e conforto. Desenvolvida independentemente pela decoradora Magdalena Radalowicz, a arquitetura interior é elegante, com direito a piscina e um área útil de 556 m².
E a inteligência da casa não fica apenas na segurança. Um sistema híbrido de aquecimento se utiliza de energia solar e bombas de calor, garantindo o controle de temperatura da casa tanto com as muralhas abertas quanto fechadas. A eletricidade também é proveniente em sua maioria de fontes sustentáveis.

Detalhes da elegância do domícilio. 

Sem zumbis à vista, as crianças podem brincar livremente no gramado que, de tão enorme que é, comporta até um campinho de futebol improvisado. Atrás das cortinas de concreto, a região lateral externa do primeiro andar conta com um charmoso deck, inspirador para cafés da manhã em família nos dias de paz.

Esconderijo para 2012?

As teorias sobre o fim do mundo não são novidade e, após o marco de passagem do milênio, a data de 12/12/2012 virou o principal alvo de hipóteses conspiratórias, seitas apocalípticas e adeptos do misticismo — isso sem esquecer, claro, os entusiastas de zumbis.
Durante a Segunda Guerra Mundial e em tempos de Guerra Fria, vários países construíram bunkers impenetráveis, muitos dos quais continuam em pé até hoje.

Detalhe da escada lateral. 
As ameaças de bomba nuclear motivaram a construção dessas fortalezas militares em locais de importância tática, normalmente onde ocorriam testes e desenvolvimento de armas, além de reuniões de planejamento do alto escalão da inteligência.
Após a queda do muro de Berlim, as paranoias diminuíram e o mundo adentrou em uma era mais tranquila. Mas, eis que...Surge a internet, que ajuda a disseminar inúmeras histórias e mitos sobre como o planeta pode acabar de um dia para o outro, seja por causa de aliens, zumbis, cometas, mercenários da tecnologia ou gripes inéditas.
Com tudo isso em mente, serão os dias de hoje a época perfeita para se adquirir uma Safe House e morar nela junto com a família?
by DJ ANDERSON FERNANDES

iPhone 4S vem aí

Rumores confirmam que a Apple trabalha em uma versão reformulada do iPhone 4 antes de lançar a quinta geração do smartphone. Processador dual-core e câmeras melhores devem ser algumas das melhorias.

De acordo com Peter Misek, analista da Jefferies, o próximo smartphone da Apple será o iPhone 4S, e não o iPhone 5 como muitas especulações apontaram. Segundo publicação da Business Insider, o analista teve acesso a informações exclusivas por fontes da indústria.
O suposto iPhone 4S sofreria mudanças mínimas em sua aparência, mantendo os mesmos moldes da versão atual. A renovação do eletrônico ficaria por conta de seus componentes internos. O suposto dispositivo teria processador dual-core A5, câmeras com maior resolução e suporte a redes HSPA+ (terceira geração de arquitetura para telefonia móvel).
A Apple ainda estaria trabalhando na adição de um chip que ofereça suporte a 4G, redes sem fio de alta velocidade. Misek ainda revelou que a próxima versão do iPhone funcionará com a Sprint, T-Mobile e China Mobile – largando a exclusividade com a operadora AT&T.

by DJ ANDERSON FERNANDES

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Quer saber a velocidade de sua conexão?

Às vezes você pensa que sua internet está mais lenta do que deveria, então, nada melhor do que verificar a velocidade da conexão com um medidor. O TestMySpeed.com é um serviço online que faz isso, mostrando em poucos segundos a velocidade média de download e upload da sua ligação com a web.
O serviço é bem simples, não precisa de cadastro nem que você preste qualquer informação. Basta clicar em “Start speed test” para que o teste de velocidade se inicie. Momentos depois, você obtém os resultados, que são alcançados por meio do serviço britânico Broad Band Speed Checker.


TestMySpeed.com

Descubra sua velocidade

O TestMySpeed.com verifica a velocidade baseando-se no tempo em que demora transferir um determinado volume de arquivos do seu computador para a web (upload) e da internet para sua máquina (download).
O próprio site informa algumas dicas para obter resultados mais precisos: encerrar todas as demais abas e sessões de navegadores iniciadas, e também interromper downloads e outros tipos de transferências de arquivos que utilizem a conexão. Em resumo: é ideal que o teste possa aproveitar toda a largura da banda.

by DJ ANDERSON FERNANDES

HD também precisa de cooler?

O bom e velho HD (hard drive, ou disco rígido) é um dos componentes que fazem parte dos computadores pessoais desde que foram inventados. E não por acaso, já que ainda é o meio de armazenamento de dados com maior custo-benefício.
E como todos os outros componentes ativos, HDs também produzem calor durante o funcionamento, sendo que esta temperatura varia conforme a carga de trabalho. Mas será que devemos mesmo utilizar coolers para tentar evitar este aquecimento?

Por que esquentam?

O desempenho e a capacidade dos HDs mudaram muito desde que foram inseridos no mercado de PCs, no início dos anos 80, mas a arquitetura continua a mesma: milhões de clusters magnéticos dispostos sobre discos de metais. O processo de ler/gravar bits é feito por cabeças de gravação que alteram a polaridade de cada um dos clusters, tudo controlado por circuitos lógicos.
Um disco rígido possui muitas partes mecânicas que se movimentam, além dos discos que estão sempre girando a velocidades próximas de 7200rpm na maioria dos HDs comuns. Toda esta movimentação é a principal causa do calor gerado, além da placa lógica que também esquenta durante o funcionamento.
Os fabricantes determinam que a temperatura segura de funcionamento de HDs fica entre 35 e 50 graus Celsius. É possível medir a temperatura de seus discos rígidos usando softwares como o HDD Temperature, ou mesmo apontando um termômetro diretamente para o hardware.

Dissipando o calor

Se seu HD estiver funcionando normalmente e bem parafusado ao gabinete, apenas o contato físico com a estrutura metálica pode ser o suficiente para dissipar o calor, permitindo que seu disco rígido trabalhe em temperaturas próximas do mínimo recomendado (35° C).
Mas não é só com o HD que devemos nos preocupar. Mesmo que esteja dentro do recomendado, o calor gerado pelo disco rígido contribui para o aquecimento do computador como um todo, deixando a temperatura no interior do gabinete indesejavelmente maior. Neste caso, o uso de outros meios para arrefecer a máquina podem ser bem-vindos, mas com alguns detalhes.

Cooler ativo

 

 

Coolers com ventoinhas projetados especialmente para HDs podem ser facilmente encontrados em lojas de informática, com preços que variam entre R$ 10,00 até R$150,00. Estes componentes são fixados diretamente na parte inferior do disco rígido e podem baixar a temperatura em até 10°.
Porém, este tipo de solução traz alguns malefícios. O primeiro é o excesso de umidade direcionado à placa lógica, já que as ventoinhas fazem o ar circular diretamente abaixo do HD, contribuindo com a corrosão. Isso é ainda mais problemático em cidades litorâneas.
O segundo se dá pelo fato de que discos rígidos são extremamente sensíveis a vibrações, e podem ser danificados por ventoinhas que vibram em excesso (principalmente as mais baratas). Além disso, mais ventiladores em seu gabinete significa mais ruído.

Cooler frontal do gabinete

 

 

Uma forma prática e eficiente de esfriar o disco rígido é usando uma ventoinha instalada na parte frontal do gabinete. Em computadores bem projetados, esse fan (ventilador) não transmite vibrações pela máquina.
Além disso, o mesmo cooler pode resfriar mais de um HD ao mesmo tempo sem soprar ar diretamente na placa lógica. Vale lembrar também que coolers de gabinete produzem menos ruído, já que são maiores e de baixa rotação.

Cooler passivo

 

 

Assim como o cooler ativo, este componente é instalado diretamente no HD com o objetivo de resfria-lo, mas sem fazer o uso de nenhuma ventoinha. O arrefecimento fica por conta de dissipadores de metal presos diretamente na carcaça do hardware.
O desempenho destes coolers é tão bom quanto o daqueles que usam ventiladores, são silenciosos e não precisam ser alimentados pela fonte. Em contrapartida, dissipadores passivos são grandes, obrigando que o HD esteja instalado na baia destinada ao CD-ROM, além de serem mais caros.

Conclusão

Em circunstâncias normais, em que seu disco rígido esteja bem preso ao gabinete e funcionando normalmente, não se faz necessário o uso de qualquer solução para a temperatura do HD, já que esta não chega a ser um problema.
Agora, caso queira diminuir a temperatura de seu gabinete como um todo e aumentar a vida útil de seu hardware, instalar coolers adicionais pode sim ser uma boa ideia. O método a ser usado depende do quanto queira gastar e da disponibilidade de espaço em seu gabinete.
Se for mesmo fazer o uso de coolers, prefira os sem ventiladores (passivos), já que são silenciosos, e principalmente, não oferecem riscos aos seus dados. Caso queira gastar menos, a ventoinha frontal do gabinete é a segunda melhor opção. Use coolers ativos instalados no HD somente em último caso.

by DJ ANDERSON FERNANDES

terça-feira, 10 de maio de 2011

Corel lança software concorrente do AutoCAD


A Corel, famosa pelo software de desenho vetorial CorelDraw, entrou no mercado dos programas CAD (em português, desenho assistido por computador) com o CorelCAD.Com versões para Windows e Mac, seu alvo são os pequenos e médios escritórios que precisem de uma solução CAD, mas não possam a pagar os 3995 dólares cobrados, por exemplo, por uma licença do líder de vendas AutoCAD – o CorelCAD custa 699 dólares. Entre seus destaque está o suporte nativo ao formato .dwg, usado como padrão pelo AutoCAD e outros programas, uma loja online de plug-ins e a compatibilidade com CorelDraw e Corel Designer.

by DJ ANDERSON FERNANDES

Microsoft compra Skype por US$ 8,5 bilhões

A Microsoft anunciou hoje a compra da empresa de telefonia pela internet Skype por 8,5 bilhões de dólares, no maior acordo de aquisição já fechado pela gigante do software. 
O montante será pago, em dinheiro, ao fundo de investidores Silver Lake, que detém o comando do Skype.
O Skype produz versões de seu serviço de telefonia para dispositivos como iPhone e iPad, da Apple; BlackBerry, da RIM; e aparelhos com o sistema operacional Android, do Google.
Na semana passada, após o serviço de ligações via web ter atrasado sua oferta pública inicial de ações (IPO, em inglês), fontes diziam que Facebook e Google tentavam um acordo de aquisição com a empresa.
Em nota oficial, a Microsoft diz que o Skype oferecerá suporte a dispositivos como o Microsoft Xbox e Kinect, Windows Phone, bem como a dispositivos com Windows. A gigante de software irá conectar usuários do Skype aos do Lync, Outlook, Xbox Live e outras comunidades.
"O Skype é um serviço fenomenal que é amado por milhões de pessoas em todo o mundo", disse o CEO da Microsoft, Steve Ballmer. "Juntos, vamos criar o futuro das comunicações em tempo real para que as pessoas possam facilmente se conectarem à família, amigos, clientes e colegas em qualquer lugar do mundo."
Segundo a Microsoft, o Skype vai se tornar uma nova divisão de negócios dentro da companhia, a Microsoft Skype Division, que será comandada pelo CEO do Skype, Tony Bates, reportando-se diretamente a Ballmer.
"Microsoft e Skype compartilham a visão de trazer inovação em software e produtos para nossos clientes", declarou Tony Bates. "Juntos, seremos capazes de acelerar os planos da Skype para ampliar nossa comunidade global e introduzir novas maneiras para que todos possam se comunicar e colaborar", disse Bates.
Fundada em 2003, o Skype foi adquirido pelo eBay em setembro de 2005, e depois comprado por um grupo de investidores liderado pelo Silver Lake, em novembro de 2009.
Fazem parte do grupo de investidores: eBay International AG, CPP Investment Board, Joltid Limited, em parceria com Europlay Capital Advisors, e Andreessen Horowitz.
A aquisição está sujeita a aprovações regulatórias e outras condições de fechamento. As partes esperam obter todas as autorizações durante este ano.

by DJ ANDERSON FERNANDES

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Ferramenta de gerenciamento de senhas é hackeado

LastPass, serviço que permite sincronizar senhas de sites entre múltiplos dispositivos, foi hackeada. Os técnicos do LastPass detectaram uma atividade anormal em um dos bancos de dados que armazenam as senhas dos usuários nesta quarta-feira. Eles não conseguiram determinar se foi consequência de um ataque ou apenas um fenômeno cuja raiz ainda não foi detectada, mas tratando de dados tão sensíveis como senhas, a empresa adotou a postura de prever o pior e tomou medidas partindo da premissa de que os dados foram, de alguma forma, acessados de fora.
O LastPass permite reunir as senhas de email, redes sociais e outros serviços que exigem autenticação na nuvem, protegidas por uma única senha-mestra, o que permite aos usuários ter senhas seguras e diferentes em cada serviço e acesso a elas de qualquer lugar. O LastPass garante que nenhuma senha ou endereço de email foi obtido indevidamente. O site afirma que se isso tivesse acontecido, a criptografia usada é forte o suficiente para, no mínimo, retardar muito a quebra das informações. E quem tem senhas seguras, ou, nesse contexto, que não sejam palavras comuns, encontradas no dicionário, tem menos motivos ainda para se preocupar.
Porém, alguns usuários estão sendo forçados a trocar suas senhas-mestras, a que dá acesso a todas as demais armazenadas nos servidores do LastPass. Há relatos de que somente quem tenta acessar o serviço via local diferente (outro IP) ou via dispositivo móvel está sendo obrigado a fazer a troca.

by DJ ANDERSON FERNANDES

Por que a chama do fogão é azul e não emite fumaça?

A chama do fogão é azul basicamente porque a queima do combustível resulta em gás carbônico e água. Segundo o físico e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Ennio Peres da Silva, são esses materiais, gerados na queima do gás do fogão, que emitem luz no espectro do azul.
Silva explica que algumas vezes, quando o gás está perto de acabar, por exemplo, algumas impurezas podem queimar junto. Como essas impurezas não queimam por completo, elas emitem luz amarela. Um maçarico, por exemplo, quando está sendo ajustado, tem chama amarela. Contudo, quando a proporção de oxigênio e gás é perfeita, ou seja, o combustível é totalmente queimado, sem desperdício, a chama do maçarico fica azul.
E por que esses compostos emitem luzes de cores diferentes? O físico explica que, ao aquecermos um material, as moléculas entram em um estado de agitação, porque estão absorvendo energia, mas depois decaem, emitindo energia - no caso, em forma de fótons, a partícula da luz. O resultado da queima de gases do fogão é gás carbônico e água, moléculas que emitem muita energia. Quando a proporção não é perfeita, como no caso do maçarico, são emitidos também hidrocarbonetos, que emitem menos energia, uma característica de suas ligações de carbono. Isso resultado no tipo de luz que eles emitem: azul (que tem mais energia) e amarela (com menos energia).
É exatamente por queimar completamente e emitir gás carbônico e água que o gás do fogão não emite fumaça, ao contrário da madeira, que ao queimar emite outros componentes que formam a fumaça.

by DJ ANDERSON FERNANDES

Cisco vai eliminar unidade voltada a mercados emergentes

A Cisco Systems planeja eliminar sua unidade de negócios de mercados emergentes, em um esforço para corrigir as falhas de uma organização de vendas lenta. A empresa, que recentemente declarou ter perdido o rumo depois de uma série de resultados decepcionantes, informou nesta quinta-feira que a medida integra um conjunto de mudanças abrangentes previstas para os próximos meses.
A Cisco, que atualmente opera dividida em quatro unidades geográficas, passará a operar com apenas três - Américas; Europa e Ásia; e Oriente Médio e África -, buscando simplificar uma estrutura burocrática de vendas que dificulta a tomada de decisões rápidas. A empresa continuará a operar nos mercados emergentes, porém, em vez de operar como unidades separadas, as forças de vendas em tais países serão parte de cada unidade geográfica local, disse Karen Tillman, porta-voz da Cisco, acrescentando que isso "removerá as barreiras para que as coisas sejam realizadas". Investidores, no entanto, reagiram sem entusiasmo ao anúncio. 
Alguns analistas afirmaram que o momento do anúncio pode ser uma forma de "controle de danos", antes do anúncio de resultados trimestrais, que podem ser fracos, em 11 de maio. "Pode significar que o trimestre não foi tão robusto quanto se esperava", disse Catharine Trebnick, analista da Avian Securities, que descreveu a reorganização como "um bom primeiro corte". Tillman ser recusou a comentar sobre o impacto financeiro das mudanças, afirmando que a companhia ofereceria uma atualização sobre o programa mais amplo de gestão de custos da Cisco, que inclui o anúncio desta quinta-feira e outras medidas de reestruturação, quando os resultados financeiros forem anunciados na semana que vem.
Ela não informou se a reorganização na estrutura de vendas envolveria cortes de pessoal. Laura Didio, analista da ITIC, disse que a Cisco precisava promover mudanças nos mercados emergentes, entre os quais, alguns dos países de mais rápido crescimento mundial. "Eles não vêm se saindo bem nos mercados emergentes e precisam se reposicionar", afirmou.

by DJ ANDERSON FERNANDES