Sabe aqueles anúncios de site de compras da internet e me deparei com seguinte anuncio :
A principio uma simples TV de 85" , com um preço bem acessível, interessado fui em busca de opiniões de pessoas que compraram essa TV, opiniões muito úteis, eis algumas:
domingo, 14 de junho de 2015
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Especialista sobre o fim do mundo
Com todas essas histórias sobre calendários maias, o impacto com o
Nibiru, ataques zumbis e outras predições malucas, a NASA acaba
recebendo milhares de mensagens de pessoas de todo o mundo, apavoradas
com o fato de que o apocalipse está para acontecer.
Entretanto, de acordo com o pessoal do site The Awl,
existe uma pessoa responsável por — pacientemente — ler todos esses
pedidos de socorro e explicar a toda essa gente que o mundo não vai
acabar em dezembro deste ano. Esse homem é Dr. David Morrison, o
cientista sênior do Instituto de Astrobiologia do Centro de Pesquisas
Ames na Califórnia.
Dr. Morrison, na verdade, é um especialista sobre impactos de
asteroides, defesa terrestre no caso de que algum deles ocorra e sobre a
exploração espacial e interplanetária para a busca de vida
extraterrestre — ou seja, ele é um verdadeiro especialista sobre o
apocalipse —, e as perguntas sobre o fim do mundo começaram a chegar até
ele quando a coluna “Pergunte a um Astrobiólogo”, da NASA, foi lançada há 8 anos.
Segundo a agência espacial,
a coluna já recebeu mais de 5 mil perguntas relacionadas ao fim do
mundo — com mais de 400 respostas publicadas —, e o Dr. Morrison recebe
cerca de 50 mensagens por dia de pessoas preocupadas com o apocalipse,
respondendo a todas elas na medida do possível. Em média, o cientista
dedica 1 hora por dia acalmando os maluquinhos via email ou trocando
informações com historiadores e especialistas sobre a cultura Maia.
Você pode ativar as legendas em português no próprio menu do vídeo.
Fonte: Tecmundo
by DJ Anderson Fernandes
Por que os aviões não usam paraquedas?
Nos
últimos anos, o transporte aéreo vem se tornando uma opção bastante
viável para quem quer viajar. As passagens mais baratas, as diversas
linhas, a rapidez e a comodidade oferecidas são ótimos atrativos,
especialmente para longas distâncias. Além disso, já foi comprovado que o
avião é um dos transportes mais seguros — é pelo menos 10 vezes mais
garantido contra acidentes do que viajar de carro, por exemplo.
Os dados relativos a imprevistos com aeronaves são realmente impressionantes: o risco de envolvimento em um acidente é de um em três milhões. Além disso, a cada ano, as companhias buscam formas de aperfeiçoar os aviões, já que o fator segurança está dez vezes melhor em três décadas — se há 30 anos as chances de um acidente acontecer eram de uma em 140 milhões de milhas voadas, hoje é a cada 1,4 bilhão de milhas.
Mesmo sabendo de dados tão expressivos, quando se está voando a muitos quilômetros de distância da superfície, é impossível não pensar sobre os procedimentos que poderiam lhe dar ainda mais segurança lá em cima. E uma das perguntas mais curiosas a se fazer nesse momento seria: por que não existem paraquedas para os passageiros ou para o próprio avião?
Afinal, quase todo mundo sabe que um paraquedas em altitudes elevadas é sempre bem-vindo. Muitos aviões pequenos já possuem paraquedas que funcionam como freios e ajudam a diminuir o impacto. Se há tal possibilidade de aumento na segurança dos voos, por que os aviões comerciais ainda não optaram por esse tipo de abordagem? E um paraquedas não seria ainda mais seguro para os passageiros do que uma cadeira flutuante?
Os dados relativos a imprevistos com aeronaves são realmente impressionantes: o risco de envolvimento em um acidente é de um em três milhões. Além disso, a cada ano, as companhias buscam formas de aperfeiçoar os aviões, já que o fator segurança está dez vezes melhor em três décadas — se há 30 anos as chances de um acidente acontecer eram de uma em 140 milhões de milhas voadas, hoje é a cada 1,4 bilhão de milhas.
Mesmo sabendo de dados tão expressivos, quando se está voando a muitos quilômetros de distância da superfície, é impossível não pensar sobre os procedimentos que poderiam lhe dar ainda mais segurança lá em cima. E uma das perguntas mais curiosas a se fazer nesse momento seria: por que não existem paraquedas para os passageiros ou para o próprio avião?
Afinal, quase todo mundo sabe que um paraquedas em altitudes elevadas é sempre bem-vindo. Muitos aviões pequenos já possuem paraquedas que funcionam como freios e ajudam a diminuir o impacto. Se há tal possibilidade de aumento na segurança dos voos, por que os aviões comerciais ainda não optaram por esse tipo de abordagem? E um paraquedas não seria ainda mais seguro para os passageiros do que uma cadeira flutuante?
Muitas vezes, não há tempo hábil ou altitude suficiente
Apesar de acontecer com certa raridade, as quedas de aviões costumam
ser catastróficas e com pouquíssimos sobreviventes. Na análise das
ocorrências mais comuns nesse cenário de acidentes, é apontado que
muitos imprevistos acontecem principalmente depois da decolagem ou mesmo
na hora do pouso.
Nesses casos, não haveria tempo ou altura suficientes para que um paraquedas entrasse em funcionamento efetivo para os passageiros — e provavelmente para a aeronave, que requereria um esforço e tempo maior para ser “freada”.
Nesses casos, não haveria tempo ou altura suficientes para que um paraquedas entrasse em funcionamento efetivo para os passageiros — e provavelmente para a aeronave, que requereria um esforço e tempo maior para ser “freada”.
Assim,
o “tempo” se torna um dos principais “inimigos” na ideia de se optar
pelo uso do paraquedas. Um exemplo é a tragédia do voo Air France 447
(Rio-Paris, 2009), em que mais de 200 pessoas morreram: o Airbus
despencou de 11,5 quilômetros de altitude em 3 minutos e 30 segundos no
Oceano Atlântico.
Tal velocidade de queda impediria que todos os passageiros conseguissem vestir os paraquedas ou mesmo saltar do avião — procedimento que ainda encontraria na histeria em massa um obstáculo. Além disso, a velocidade da queda pode ser tão alta que nem os próprios tripulantes poderiam avisar a tempo os passageiros sobre o que estaria acontecendo.
Tal velocidade de queda impediria que todos os passageiros conseguissem vestir os paraquedas ou mesmo saltar do avião — procedimento que ainda encontraria na histeria em massa um obstáculo. Além disso, a velocidade da queda pode ser tão alta que nem os próprios tripulantes poderiam avisar a tempo os passageiros sobre o que estaria acontecendo.
Passageiros despreparados
Por mais que o procedimento possa parecer simples (colocar nas
costas, saltar e puxar a cordinha), saber usar um paraquedas de forma
segura requer um curso específico — e ninguém aprenderia só no tempo das
instruções passadas por aeromoças antes do início do voo.
Além disso, nem todas as pessoas estariam aptas a utilizar um paraquedas. Por exemplo: como seria para uma mãe saltar em altitude e velocidade elevadas com um bebê no colo? Ou uma pessoa bem idosa colocar um paraquedas pesado nas costas e se locomover, em meio a movimentos do avião em queda, até a porta para o salto?
Infelizmente, o uso desse tipo de equipamento poderia ser um obstáculo para vários passageiros, inclusive crianças e pessoas com necessidades especiais.
Além disso, nem todas as pessoas estariam aptas a utilizar um paraquedas. Por exemplo: como seria para uma mãe saltar em altitude e velocidade elevadas com um bebê no colo? Ou uma pessoa bem idosa colocar um paraquedas pesado nas costas e se locomover, em meio a movimentos do avião em queda, até a porta para o salto?
Infelizmente, o uso desse tipo de equipamento poderia ser um obstáculo para vários passageiros, inclusive crianças e pessoas com necessidades especiais.
Estrutura inadequada para saltos
Modelos C-130 são capacitados para a realização de saltos (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
As diferenças entre um C-130 Hercules e um avião comercial são
bastante visíveis: enquanto o primeiro foi concebido para transportar
tropas e carga, além de paraquedistas, o segundo possui uma estrutura
fechada e com portas feitas para não serem abertas no ar — só em último
caso.
Soldados saltam de um C-130 (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
O C-130 Hercules possui uma grande rampa na traseira que pode ser aberta durante o voo, além de assentos que ficam nas laterais da aeronave (e não no meio) e uma fuselagem maior. Já os aviões comerciais não possuem tanto espaço para a locomoção em massa entre as poltronas e, por viajarem em altitudes ainda mais elevadas, podem apresentar riscos caso uma as portas forem abertas.
No caso, se o procedimento for realizado para que os passageiros do voo comercial realizem o salto com paraquedas, um grande novo problema aparecerá: a despressurização. Em uma altitude bastante elevada e a uma velocidade de 800 km/h, por exemplo, só a abertura da porta já poderia causar a morte dos passageiros antes da queda, especialmente pela pressão e temperaturas baixas que eles encontrariam por lá.
Aviões comerciais são muito pesados
Os paraquedas são utilizados por aviões pequenos com efeiciência (Fonte da imagem: Reprodução/Gizmag)
Boeings 747 da Air France (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
Claramente,
trata-se de uma ótima ideia para aviões comerciais, que poderiam evitar
muitos acidentes e salvar diversas vidas com tal recurso. O problema,
no entanto, está no tamanho e na velocidade que as aeronaves com muitos
passageiros apresentam, já ainda não foi possível criar um paraquedas
forte o bastante para aguentar tais proporções.
Para se ter uma ideia, um pequeno avião pesa cerca de mil quilos e viaja a cerca de 300 km/h. Já um Boeing 747 — uma das maiores aeronaves da história — pesa mais de 400 mil quilos e chega a uma velocidade de mais de mil quilômetros por hora.
Para se ter uma ideia, um pequeno avião pesa cerca de mil quilos e viaja a cerca de 300 km/h. Já um Boeing 747 — uma das maiores aeronaves da história — pesa mais de 400 mil quilos e chega a uma velocidade de mais de mil quilômetros por hora.
Esses
dados são um desafio para as empresas, que buscam encontrar uma forma
de produzir paraquedas que deem conta dos grandalhões do céu. Até os
aviões comerciais menores que um Boeing 747 apresentam um tamanho ainda
elevado para os paraquedas de hoje em dia — um Boeing 707 atinge
velocidade máxima de cerca de 800 km/h e possui um peso acima de 100 mil
quilos, por exemplo.
Felizmente, especialistas em aviação continuam a pressionar sobre esta questão e há grandes possibilidades de que, no futuro, o paraquedas se torne mais um item de segurança em todos os aviões.
Felizmente, especialistas em aviação continuam a pressionar sobre esta questão e há grandes possibilidades de que, no futuro, o paraquedas se torne mais um item de segurança em todos os aviões.
Fonte: Tecmundo
by DJ Anderson Fernandes
domingo, 12 de agosto de 2012
Casal é condenado após buscar na web cão para ‘orgia sexual’
Sarah Walker pegou 2 anos de condicional, e marido, 18 meses.
Dupla usou site para achar cão para que Sarah pudesse fazer sexo.
Um casal foi condenado em Phoenix, no estado do Arizona (EUA), acusado de usar o site de classificados Craigslist para encontrar um cão para que a mulher pudesse fazer sexo com o animal, segundo a emissora de TV "CBS".
By Stevan
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Peixe é encontrado vivo após cair de 'árvore' no Canadá
A canadense Jan Bailey disse ter visto um peixe cair de uma árvore em Vancouver, no Canadá. Seu marido saiu para dar uma olhada e encontrou o peixe coberto de folhas, mas, incrivelmente, ainda vivo, segundo o jornal "Vancouver Sun".
Fico imaginando oque ele falou:"CANSEI DE SER PEIXE AGORA SOU MACACO "
By Stevan
domingo, 5 de agosto de 2012
As aparições de Stan Lee nos filmes Marvel.
Stanley Martin Lieber, mais conhecido como Stan Lee, é o homem que idealizou a maioria dos super-heróis dos quadrinhos que hoje invade os cinemas do mundo todo. Entre seus “rebentos” mais famosos (em parceria com amigos ilustradores) estão o Homem-Aranha, o Quarteto Fantástico, o Incrível Hulk, Homem de Ferro, X-Men, Thor e Demolidor.
Nascido em 28 de dezembro de 1922, aos 17 anos Stan Lee tornou-se o editor mais jovem do mercado de quadrinhos. Ele mudou seu nome porque sonhava um dia escrever livros e não queria ser associado aos gibis, mal vistos na época. Durante a Segunda Guerra Mundial, alistou-se no Exército e serviu na parte de comunicação, escrevendo manuais, slogans, filmes de treinamento e ocasionalmente desenhando.
Com o fim da guerra, Lee voltou para seu cargo na editora em Nova York que não demoraria tornar-se a Marvel Comics. Ao iniciar a criação destes seres fantásticos que todos nós aprendemos a amar, adquiriu a mania de pedir aos ilustradores para inseri-lo, numa “aparição especial”, nas histórias em quadrinhos que escrevia.
E esta mania cameo acabou migrando para o cinema, a medida que seus personagens foram ganhando versões de celulose.
O vídeo abaixo traz todas estas participações especiais deste senhorzinho de cabelos brancos e óculos de aviador. Assista:
Em “Os Vingadores”, Lee também aparece, jogando xadrez numa praça pública e disparando para a câmera: “Super-heróis em Nova York? Quanta bobagem!”
É ele é o pai da maioria dos heróis conhecidos e com sua mente cheia de imaginação foi capaz de trazer alegria para milhares de crianças e adultos que acompanham o seu trabalho tanto nos quadrinhos quanto nos filmes.
By Stevan
Nascido em 28 de dezembro de 1922, aos 17 anos Stan Lee tornou-se o editor mais jovem do mercado de quadrinhos. Ele mudou seu nome porque sonhava um dia escrever livros e não queria ser associado aos gibis, mal vistos na época. Durante a Segunda Guerra Mundial, alistou-se no Exército e serviu na parte de comunicação, escrevendo manuais, slogans, filmes de treinamento e ocasionalmente desenhando.
Com o fim da guerra, Lee voltou para seu cargo na editora em Nova York que não demoraria tornar-se a Marvel Comics. Ao iniciar a criação destes seres fantásticos que todos nós aprendemos a amar, adquiriu a mania de pedir aos ilustradores para inseri-lo, numa “aparição especial”, nas histórias em quadrinhos que escrevia.
E esta mania cameo acabou migrando para o cinema, a medida que seus personagens foram ganhando versões de celulose.
O vídeo abaixo traz todas estas participações especiais deste senhorzinho de cabelos brancos e óculos de aviador. Assista:
Em “Os Vingadores”, Lee também aparece, jogando xadrez numa praça pública e disparando para a câmera: “Super-heróis em Nova York? Quanta bobagem!”
É ele é o pai da maioria dos heróis conhecidos e com sua mente cheia de imaginação foi capaz de trazer alegria para milhares de crianças e adultos que acompanham o seu trabalho tanto nos quadrinhos quanto nos filmes.
By Stevan
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